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«Existem três fundamentos da sabedoria: discrição ao aprender, memória ao reter e eloquência ao contar.» Antiga tríade irlandesa

19 junho 2013

[Divina Comédia] Apresentação de Trans Iberic Love de Raquel Freire

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Novidade Europa-América: O Irmão de Sangue de Eric Giacometti e Jacques Ravenne


O Irmão de Sangue
Eric Giacometti e Jacques Ravenne

Colecção: Contemporânea
Preço: 21.90€
Pp.: 440

Siga as aventuras do comissário Antoine Marcas.
À semelhança de Ritual da Sombra, Irmão de Sangue é um thriller cheio de suspense que introduz os leitores nos meandros da maçonaria e estabelece um paralelo histórico com as mais modernas investigações.

LIVRO
Paris, 1355. Um homem é queimado vivo na praça pública. O copista Nicolas Flamel assiste, nauseado, a esta execução. Mas o horror está apenas a começar, pois aquele que se tornará num célebre alquimista está, neste momento, à beira de mergulhar nas terríveis revelações de um livro secreto, interdito.
Paris, 2007, sede da Obediência Maçónica. O comissário mação Antoine Marcas descobre dois crimes rituais cometidos por um dos seus, a quem chamam «o irmão de sangue». Uma mensagem vinda do Além põe rapidamente o comissário na pista de um velho segredo, relacionado com o mistério do ouro puro.
De Paris a Nova Iorque, assistimos a uma corrida contra o tempo entre o assassino em série e o polícia, articulada em torno de dois lugares altamente simbólicos: a Estátua da Liberdade e a Torre Eiffel.
Entretanto, escondido nras e vigiando o desenrolar dos acontecimentos está o grupo Aurora, uma organização secreta constituída por personalidades da alta finança, cujo objectivo é o controlo absoluto do ouro…
Jacques Ravenne e Eric Giacometti, autores de vários thrillers maçónicos best-sellers, tecem de novo uma intriga fascinante, que arrasta os seus leitores pelos meandros do tempo…

[Divulgação] «O Palácio da Meia-Noite» de Carlos Ruiz Zafón já está à venda



O PALÁCIO DA MEIA-NOITE
Carlos Ruiz Zafón

280 páginas / PVP: 17,76 €
Disponível desde 30 de Maio

Depois do enorme sucesso de 0 Príncipe da Neblina, o primeiro romance de Carlos Ruiz Zafón, autor best-seller do The New York Times, que vendeu mais de 200 mil exemplares em Espanha, e que já está na quarta edição no nosso país, chega agora o tão esperado segundo livro da trilogia da Neblina.

Calcutá, 1932.
O coração das trevas.
Um grande enigma.

LIVRO
Um novo e extraordinário romance deste autor universal que irá manter o leitor agarrado à história.
Heróis corajosos e muito hábeis e um vilão maravilhosamente sinistro.
Um livro fascinante sobre o heroísmo e a tragédia.
Tão obscuro e ameaçador como uma noite em Calcutá.
Um romance cheio de suspense e tensão.
Com reviravoltas inesperadas que prendem do princípio ao fim, e escrito com a maestria deste grande autor: uma narrativa elegante cheia de pormenores.

No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério....
Um comboio em chamas atravessa a cidade.
Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite.
Mas isso não é mais do que o princípio.
Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável.
Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar?
A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.
Uma história de aventura e mistério para jovens dos 9 aos 99 anos.

AUTOR
Carlos Ruiz Zafón nasceu em Barcelona, em 1964, e é um dos autores mais lidos e reconhecidos em todo o mundo. Inicia a sua carreira literária em 1993 com O Príncipe da Neblina (Prémio Edebé), a que se seguem O Palácio da Meia-Noite, As Luzes de Setembro e Marina. Em 2001 é publicado o seu primeiro grande romance, A Sombra do Vento, que se transforma num fenómeno literário internacional. Com O Jogo de Anjo (2008) regressa ao universo de O Cemitério dos Livros Esquecidos, que continua em O Prisioneiro do Céu. As suas obras foram traduzidas em mais de quarenta línguas e conquistaram vários prémios e milhões de leitores no mundo inteiro.

IMPRENSA
«Um livro para adultos, bem como para os adolescentes, mas não aconselhável para cardíacos... O realismo mágico da obra-prima que veio sete anos depois, está aqui, num emocionante mistério meticulosamente trabalhado.»
Weekend Press/Dominion Post Weekend (NZ)

«Espero que gostem deste passeio pelo mundo crepuscular de Calcutá nos anos de 1930, onde as sombras da noite são mais espessas do que o sangue.»
Carlos Ruiz Zafón

OPINIÃO no Morrighan do primeiro volume O Príncipe da Neblina: http://branmorrighan.blogspot.pt/2012/03/opiniao-o-principe-da-neblina-de-carlos.html

Estados de Espírito #7


18 junho 2013

[Opinião Blog Morrighan] Manifesto "Não há feira, mas há escritores" - O Porto tem uma voz que jamais será calada



Como já devem saber, este ano não há Feiro do Livro do Porto para ninguém. Como tal, e numa iniciativa notável, um conjuntos de escritores irá estar pela Praça da Liberdade nos dias assinalados convidando os seus leitores a juntarem-se-lhes, lendo manifestos e outros textos relacionados. Muitos já estão a ser publicados e eu achei, enquanto leitora, cidadã portuguesa e amante do meu país e da cidade do Porto, que devia dar o meu contributo.
Não é uma pele sob a qual me sinta confortável, esta de escrever textos e ainda publicá-los. Mas não quis ficar calada, tal como sei que a cidade do Porto não ficará.
O meu contributo é este http://queremos-a-feira.blogspot.pt/2013/06/o-porto-tem-uma-voz-que-jamais-sera.html :

O Porto tem uma voz que jamais será calada
Quem visita o Porto não lhe consegue ficar indiferente. É impossível. Quem sai em Campanhã ou no aeroporto de Sá Carneiro fica com o destino marcado. Passeiam pelas ruas da cidade, descendo São Bento e parando numa esplanada da ribeirinha para um café, uma imperial ou apenas se deslumbrar com a vista e espreitar para o outro lado do rio. Mas falta-lhes algo, um pedaço de cultura que nem o guia turístico lhes conseguiu proporcionar. E lembram-se, estamos na altura da Feira do Livro do Porto. Voltam a subir, passam pelos Clérigos e continuam na sua demanda até à Avenida dos Aliados. Apenas... Mas o que é que se passa? Onde estão todas as bancas editoriais? O movimento frenético que anima a cidade, que dinamiza o comércio e tira de casa centenas de pessoas para pelo menos uma vez no ano poderem respirar cultura?

É isto que não pode acontecer. O Porto mais do que os seus monumentos, o seu estádio de futebol e a personalidade da sua gente tem de ser lembrado como uma cidade em que a Literatura tem um lugar de honra! Todos gritam! A música quer ser recordada através dos livros! O desporto quer os seus eventos mais marcantes registados para a prosperidade! Os escritores querem as suas obras a chamarem os leitores e estes querem poder viajar para outros mundos através de todas essas páginas.

Basta de mediocridade e de empobrecimento de mentes! O Porto é uma cidade que, no seu tão frequente ambiente plúmbeo e fascinante, merece ser recordada por toda a diversidade cultural. Uma das maiores editoras do país tem sede no Porto e nem assim a cidade lhe faz jus? Mas não é por vontade da própria cidade, mas sim de quem a aprisionou nesta rede de ignorância!

Pois nós, habitantes do Porto ou meros visitantes ocasionais, não nos calaremos! Continuaremos a vociferar, mesmo para ouvidos moucos, que queremos um Porto à medida da sua grandeza! Um Porto Cultural, um Porto onde a Literatura possa vingar e prosperar! Lisboa não pode continuar a ser o centro de todos os eventos de maior calibre no nosso país. Que tem Lisboa a mais que o Porto? Só se for habitantes!

Não se calem! Não esmoreçam! Insistam, Persistam! A Feira do Livro tem que voltar ao Porto. Pelos leitores, pelos escritores, pelas editoras, mas acima de tudo pela própria cidade! O Porto tem uma voz que jamais será calada.